Denúncia da parceria entre a WWF e o Prosavana
- Não ao Prosavana
- 07 Mar 2016
"Nós, organizações da sociedade civil e movimentos sociais articulados na Campanha Não ao Prosavana, denunciamos o actual envolvimento da WWF no Prosavana".
"Nós, organizações da sociedade civil e movimentos sociais articulados na Campanha Não ao Prosavana, denunciamos o actual envolvimento da WWF no Prosavana".
International and Mozambican organisations and social movements allied in the No to ProSavana Campaign, denounce the current involvement of World Wildlife Fund in the ProSavana agribusiness programme.
We, organisations of civil society and social movements allied in the No to ProSavana Campaign, denounce the current involvement of World Wildlife Fund (WWF) in ProSavana.
This article was drawn from an interview with Anabela Lemos, conducted by Simone Adler. Anabela Lemos is cofounder, campaign coordinator and board member of Justiça Ambiental, the Mozambique branch of Friends of the Earth.
A Campanha Não ao Prosavana convida e apela a todos os movimentos para ampla mobilização, engajamento e organização de uma frente comum de resistência ao ProSavana.
The No to ProSavana Campaign calls on peasant, environmental and social movements, civil society organisations, rural communities, and all citizens to mobilise and organise a united front of resistance against ProSavana.
El próximo jueves 25 charlaremos en Traficantes de Sueños a las 19.00 con Boaventura Monjane sobre el impacto en Mozambique del megaproyecto agrícola brasileño ProSavana.
「プロサバンナにノー!キャンペーン」は、プロサバンナ事業を監視してきたが、これまでのところ、この事業は社会に多くの懸念と不安を引き起こし てきた。その 理由は、この事業の構想と立案手法にそもそもの問題があるだけではなく、小農による農業と環境、人権に悪影響を及ぼしてきたからである。
Carta dos movimentos sociais do Brasil integrantes da Campanha Internacional “Não ao ProSavana” e da Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale
posted by: Mozambiquekaihatsu published: January 25 2016
Japanese groups assess the JICA contracts with the ‘Communications Strategy’ consultants and the ProSAVANA Master Plan (MP) Japanese consultant reports
Temem que suas terras sejam entregues aos mega-investimentos